Ipatinga, 20 de Agosto de 2019
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Usiminas foi a primeira do País a receber o ISO 14001

A Usiminas mantém um cinturão verde ao redor da Usina favorecendo a revegetação de encostas urbanas e a melhoria das condições micro-climáticas da região


A Usiminas mantém, em Ipatinga-MG, um cinturão verde ao redor da Usina favorecendo a revegetação de encostas urbanas, a redução das erosões e a melhoria das condições micro-climáticas da região.

Com ênfase na atuação sustentável, que tem como diretriz a harmonia das dimensões econômica, social e ambiental, a Usiminas foi a primeira empresa no setor siderúrgico brasileiro – e a segunda no mundo – a obter a certificação ISO 14001, por seu sistema de gestão ambiental.

Por meio de constantes investimentos tecnológicos em suas unidades operacionais, a Usiminas atua preventivamente com a geração de resíduos sólidos, emissões atmosféricas e ruídos, promoção do uso racional da água, energia e insumos, além da melhoria da qualidade de efluentes hídricos.

Os produtos comercializados pela empresa cumprem as rigorosas exigências ambientais das diretivas internacionais RoHS e ELV, os chamados “selos verdes”, que monitoram iniciativas de proteção do solo, da água e do ar contra a poluição, com a restrição do uso de determinadas substâncias, como chumbo, mercúrio e cádmio.

Mas o pensamento sustentável não se restringe às plantas produtivas. Ele ganha espaço também nos diversos projetos para a comunidade, renovando o compromisso da empresa com a cidadania corporativa.

PROJETO XERIMBABO

O Xerimbabo – “animal de estimação”, em linguagem indígena –, é o mais antigo projeto de educação ambiental do Brasil. Desde que foi criado, em 1984, já recebeu mais de 2 milhões de visitantes na região do Vale do Aço mineiro. O foco é apresentar, por meio de uma grande exposição lúdica, conceitos de preservação ambiental voltados, principalmente, para crianças e jovens da rede pública de ensino. Em 2010, o projeto ganhou asas e passou a ser realizado também na comunidade da região de Serra Azul-MG, onde a Usiminas possui unidades de mineração.

CEBUS

Proteção dos bens naturais, com ênfase na fauna silvestre regional, é outra das vertentes de atuação da Usiminas, através de seu Centro de Biodiversidade (Cebus), em Ipatinga-MG. Com a orientação do Ibama, o Cebus recebe animais silvestres, sejam eles apreendidos pela Polícia Florestal, pelo próprio Ibama ou mesmo doados por particulares. Os animais típicos de fauna do cerrado que chegam ao Cebus recebem tratamento contra vermes e parasitas, além de vacinações, tratamentos dentários, exames laboratoriais e pesagem.

ÁREAS VERDES

A Usiminas mantém, em Ipatinga-MG, um cinturão verde ao redor da Usina favorecendo a revegetação de encostas urbanas, a redução das erosões e a melhoria das condições micro-climáticas da região. Com o projeto, Ipatinga possui um índice de 96 m2 de área verde por habitante, oito vezes superior ao recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). São cultivadas, a partir de um viveiro próprio, mais de 100 mil mudas por ano, de espécies arbóreas nativas, frutíferas e ornamentais. Desde 2010, a unidade de mineração, em Serra Azul-MG, também integra o projeto.

MATA CILIAR

Para auxiliar na conservação da bacia dos rios Doce e Piracicaba, a Usiminas mantém, em parceria com a Fundação Relictos e com o Instituto Estadual de Florestas (IEF), um projeto de recuperação de matas ciliares. As matas ciliares protegem as regiões de mananciais e oferecem condições de vida a uma grande variedade de espécies, especialmente de peixes que dependem dos frutos, flores, folhas e insetos que proliferam na área. Com o programa, a Usiminas conseguiu garantir a manutenção da cobertura vegetal em toda essa extensão, com roçadas, aceiros e cercamentos que limitam toda a área.

MEL USIMINAS

Com o objetivo inicial de favorecer a polinização das árvores e a obtenção de sementes para o Programa de Áreas Verdes, a Usiminas possui um programa de apicultura nas áreas de reflorestamento. Atualmente, são seis apiários que, juntos, produzem seis toneladas de mel por ano. Parte da sua produção é usada para consumo interno e o restante distribuído para dezenas de entidades assistenciais do Vale do Aço, como asilos e creches.

Fonte: http://www.diariopopularmg.com.br


 

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