Ipatinga, 1 de Março de 2021
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Troca de dormentes e trilhos da EFVM é automatizada

A renovadora de linha da EFVM é a segunda máquina do tipo a operar em uma ferrovia brasileira


Conhecida como “renovadora de linha”, a máquina, que custou US$ 13 milhões, faz a troca de dormentes e trilhos e a fixação da linha férrea de forma automatizada e contínua.

Já está em operação na Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) um dos equipamentos de manutenção de via mais modernos do país. Conhecida como “renovadora de linha”, a máquina, que custou US$ 13 milhões, faz a troca de dormentes e trilhos e a fixação da linha férrea de forma automatizada e contínua. Com isso, as manutenções programadas da EFVM passarão a ocorrer de forma ainda mais dinâmica. Como resultado, há ganhos tanto em segurança quanto em produtividade na Vitória a Minas.

OPERAÇÃO

Operada simultaneamente por 11 operadores, a máquina pesa aproximadamente 120 toneladas. Pouco mais de uma semana após o início de sua utilização, a renovadora já possibilitou a substituição de 3 mil dormentes da linha férrea da Vale.

A renovadora de linha da EFVM é a segunda máquina do tipo a operar em uma ferrovia brasileira. A primeira, também adquirida pela Vale, foi implantada na Estrada de Ferro Carajás (EFC) e é apenas um dos equipamentos utilizados pela mineradora em sua malha como forma de garantir segurança, eficiência e produtividade. Como parte das iniciativas voltadas a esse fim, a Vale desenvolve ainda uma série de outras ações contínuas para reforçar, a cada dia, a excelência e a segurança operacional em sua malha ferroviária.

RAIO-X

Responsável por percorrer toda a linha em busca de eventuais falhas e defeitos nos trilhos e nos demais componentes da via férrea, o Carro Controle, que também integra o conjunto de máquinas utilizadas na manutenção das ferrovias da Vale, detecta as anomalias encontradas ao longo da malha e sinaliza os pontos onde há necessidade de manutenção. “É uma espécie de Raio X, que gera relatórios sobre as condições de via e apresenta os locais onde é necessária uma ação direta”, explica Sydnei Expedito, gerente Geral de Manutenção de Via Permanente da Estrada de Ferro Vitória a Minas.

Fonte: http://www.diariopopularmg.com.br


 

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